Testei a hipótese de que a equipe entende o quadro de tarefas sozinha e age a partir dele, em vez de continuar esperando ordem verbal. O protótipo representou um quadro de tarefas diárias desenhado à mão, com símbolos e cores, enviado por foto no WhatsApp. Ao realizar a tarefa de dizer o que faria às 7h sem o mestre presente, olhando apenas o quadro, observei que 2 dos 3 participantes localizaram a própria tarefa e o local em menos de um minuto, sem ajuda. O terceiro confundiu o símbolo de reboco com o de contrapiso e disse que "ligaria para o mestre para confirmar". Nenhum dos três citou o encarregado de plantão espontaneamente; só o perceberam quando perguntei o que fariam se faltasse material. Isso fortalece a hipótese em parte, porque o critério de 2 em 3 foi atingido na compreensão do quadro, mas o encarregado de plantão passou despercebido e o hábito de confirmar com o mestre continuou aparecendo. Preciso mudar os símbolos de tarefas parecidas, acrescentando uma palavra curta ao lado do desenho, e dar mais destaque ao encarregado, no topo do quadro. O teste foi limitado por ter sido feito com apenas três pessoas. O próximo passo será refazer o quadro com esses ajustes e testá-lo com outros trabalhadores, antes de experimentar por uma semana em uma frente de trabalho.