2. Escolhendo a ferramenta mais adequada

2) Primeiro a pergunta, depois o formato:

Escolher uma ferramenta antes de definir o que se quer aprender costuma gerar protótipos bonitos e testes fracos. Comece pela hipótese crítica e pela decisão que poderá mudar após o teste.

Sequência Hipótese → aprendizagem desejada → tarefa do participante → protótipo mínimo → evidência → decisão.

 
 

O que é prototipar? Assista o vídeo acima!

Vamos pensar juntos:

O protótipo precisa reunir todas as funções previstas?

Falso. Deve representar apenas o necessário para testar a hipótese.

Um MVP é sempre um desenho de baixa fidelidade?

Não. É uma oferta mínima de valor em uso real e controlado.

Perguntar se a pessoa gostou basta para validar?

Não. Prefira ações, escolhas, erros e critérios mais observáveis.

Evidência contrária pode melhorar a solução?

Sim, com certeza! Ela ajuda a revisar suposições antes de investir mais.

Todo teste pode ser feito em uma obra real?

Não. Segurança, normas e responsabilidade limitam o teste.

3) Tipos de protótipo

O QUE TESTAR

FORMATO POSSÍVEL

EVIDÊNCIA OBSERVÁVEL

Compreensão

Esboço, tela ou maquete digital.

A pessoa explica corretamente o valor.

Sequência do serviço

Storyboard, roteiro ou encenação descrita.

Identifica etapas, dúvidas e pontos de atrito.

Interação

Protótipo clicável ou formulário.

Conclui a tarefa, erra ou abandona.

Entrega técnica

Modelo, amostra ou relatório fictício.

Compara informações e toma decisão.

Demanda

Página conceitual ou convite controlado.

Solicita informação ou aceita próximo passo.

Operação

Mapa de processo ou simulação de bastidores.

Equipe identifica recursos e gargalos.